segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Closed!


Era para avisar o people que por aqui passa que, o Galhunço estará fechado para mim, nos próximos tempos.


Ora a malta há uns meses a esta parte tem galhunços a mais na mona. Este Blog surgiu precisamente para espantar os galhunços da nossa vida, e apesar de nos últimos seis meses os ditos abundarem por aqui, tentei sempre colocar aqui os bons momentos, pois são esses que nos fazem rir, brincar e dar um arzinho da sua graça na vida.


Entretanto os galhunços tornaram-se abismais e, além dos que são plantados pelo resto do mundo, também os amigos (que esta eu dispensava) plantam galhunços astronómicos no quintal aqui da moça.


Para tal, era para avisar que deixarei de passar por aqui até que a coisa se equilibre e volte a ter os meus momentos de paz... e entretanto vou limpar o quintal!


É que realmente estou sem paciência para que os outros plantem galhunços no meu quintal para que se deixem de sentir culpados. E mais... Estou sem paciência, e sem idade para merdas, se quiserem ph@oder a cabeça a alguém, não me chateiem!


Over & Out

domingo, 27 de setembro de 2009

sábado, 26 de setembro de 2009

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domingo, 13 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Não é um desejo mas...


"Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém. Assim, sem precisar procurar no meio da multidão.
Alguém comum, sem destaques evidentes, sem cavalos brancos ou dentes perfeitos.
Alguém que se soubesse aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto
para parecer interessante.
Alguém com quem eu pudesse conversar sobre filosofia, literatura, música, política ou simplesmente sobre o meu dia.
Alguém a quem eu não precisasse impressionar com discursos inteligentes ou com
demonstrações de segurança e autoconfiança.
Alguém que me olhasse sem idealizações e que me achasse atraente ao acordar, enrugada e sem maquiagem.
Alguém que me levasse ao cinema e, depois de um filme sem graça, me roubasse boas gargalhadas.
Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade derrubasse as nossas máscaras.
Eu queria não precisar usá-las e ainda assim não perder o mistério ou o encanto dos primeiros dias.
Alguém que segurasse a minha mão e tocasse o meu coração.
Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse.
Alguém com quem eu pudesse aprender e ensinar sem vergonhas ou prepotências.
Alguém que me roubasse um beijo no meio de uma zanga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse.
Que me dissesse como eu canto (mal) , que falo demais e que risse das vezes em que eu
fosse desastrada.
Alguém que me olhasse nos olhos quando fala, sem me deixar intimidada.
Que não depositasse em mim a responsabilidade exclusiva de fazê-lo feliz para com isso tentar isentar-se de culpa quando fracassasse.
Alguém de quem eu não precisasse, mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo.
Alguém com qualidades e defeitos suportáveis.
Que não fosse tão bonito e ainda assim eu não conseguisse olhar noutra direcção.
Alguém educado, mas sem manias.
Engraçado e, ao mesmo tempo, levasse a vida a sério, mas não excessivamente.
Alguém que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente esconder-me do mundo.
Alguém feito para mim.

(autor desconhecido)