segunda-feira, 28 de julho de 2008

Aquilo-a-que-não-sei-o-que-chamar...



People do Galhunço:

Venho comunicar-vos que aquilo-a-que-não-sei-o-que-chamar se vai mudar para os States.

É verdade, é mesmo verdade.

Aquilo-a-que-não-sei-o-que-chamar chegou há pouco tempo, veio sem ser pedido, numa fase de descrença e em que não se olha para o lado, porque não se está muito disponível. No entanto, e como o verão tem destas coisas, deixa lá ver!! Deixa lá sentir qualquer coisinha!

O potencial é imenso, a empatia nem se fala, inteligência e grau de cultura em modo acessível e muito cativante. Boa disposição, sorriso fácil e espontâneo, enfim, postura a condizer com os requisitos mínimos obrigatórios e máximos exigidos.

No entanto, concluem-se vários clichés que passo a citar:

“O que é bom, acaba depressa”

“Quem tudo quer, tudo perde”

“Nesta vida, paga-se a factura de tudo o que fazemos”

& so on & so on…

As prioridades prioritivas, a esfera profissional e a ambição falam mais alto e PUFFF lá se vai Aquilo-a-que-não-sei-o-que-chamar… prós States!

É verdade, é mesmo verdade.

Não há tempo para mais nada, muito menos para um maior envolvimento, quanto mais para cafezar, telefonar ou mensajar… Aperto de cinto, corte orçamental, quebra de laços, fecho de ciclos, chamem-lhe o que quiserem!

Raios partam a racionalidade!! – Grito.

Se não te manifestas, é porque não te interessas – Penso eu em silêncio.

Mas se até “gostas”, “adoras”, “acordas a pensar em mim”, porque deixas cair “ a forte vibração” que te puxou até mim? Porque me dás “todo o tempo” se já não queres?

Estas são as minhas interrogações...


A ti, Aquilo-a-que-não-sei-o-que-chamar, lanço-te as minhas palavras mudas, deixadas no vazio… porque sei que São Precisas Duas Pessoas para se Dançar um Tango:

Porque não viver até ao último segundo? Porque não olhar até ao último raio de luz?! Porque não falar até ficar-se rouco?! Porque não investir até o coração não bater mais aquando de um encontro?! Porque não sentir até ao último toque? Porque não abraçar até os dois corpos se fundirem num?!

Queres dançar comigo?

É que eu ainda acredito que…

… As Mais Belas Palavras de Amor São Ditas no Silêncio de um Olhar…

Português?


É uma da matina e não tenho sono, resolvi pedir à Maria para fazer umas pipocas e vermos um trailler.

Ela pegou no pacote de pipocas que hoje é de marca diferente devido a não ter tido tempo de ir ao Tinente e como a malta não gosta de supers, trouxe as pipocas nem me passa pela alembradura o local.

Maria: Jiminy não encontro as instruções em português desta gaita! Será que é o mesmo tempo?
Eu: Eh pa! Xa ver…. Ok, está aqui ??????????????

Espanto dos espantos, o texto escrito na embalagem da pipoca parecia um texto galhuncico, ora vejam:

“Intruções:
Bla, bla, bla e mais bla, bla, bla

Nota: é normal que alguns grãos de milho não estalem devido, bla, bla, bla, não intente lhes requentar…. bla, bla, bla e verifique-lhe se o micro-ondas… bla, bla e bla e aumente-lhe ligeiramente da próxima vez

Lindio!!!! Não é? Gostei do não intente lhes requentar…. Taditas!!!!

Beim, mas que são melhores que as do Tinente são!!!! só não se me escorre dondi a malta as comprou…..bah!!!!!

domingo, 27 de julho de 2008

Sunday flowers



Teus sinais me confundem da cabeça aos pés
Mas por dentro eu te devoro

Teu olhar não me diz exacto quem tu és
Mesmo assim eu te devoro

Te devoraria a qualquer preço
Porque te ignoro, te conheço
Quando chove ou quando faz frio

Noutro plano
Te devoraria tal Caetano a Leonardo di Caprio

É um milagre…
Tudo o que Deus criou pensando em você
Fez a Via Láctea, fez os dinossauros
Sem pensar em nada fez a minha vida
e te deu
Sem contar os dias que me faz morrer
Sem saber de ti, jogado à solidão
Mas se quer saber se eu quero outra vida… não, não

Eu quero mesmo é viver
Pra esperar, esperar devorar você

sábado, 26 de julho de 2008

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Sou fácil...


Numa tarde destas junto ao mar quente das Seycheles


Miss Daisy: Sabias que a Mãe vai para Praga?

Eu: a porcaaaaaaa, ninguém vai para Praga no mês de Julho!!!!!

Miss Daisy: Não queres viver comigo na proxima semana? (olhinho a piscar com ar de sedução)

Eu: Claro que sim!!!!!

Miss Daisy: ....


(fez um a pausa e cara de admiração porque eu costumo ser dificil)


Miss Daisy: Uauuuuuuuu (abraços e grande festa)

Eu: Ok, eu sei que sou fácil ;)


E para a semana lá nos espera binis, praiar, piscinar e festas free on the beach e tudo de bom em Mayotte!


A Sétima Onda


Uma... Duas... Três... Quatro... Cinco... Seis...

E assim foi a tarde passada com a Jiminy, ali logo a seguir às Ilhas Comores, estão a ver!??!? Seychelles… Bom, muito bom!

Muita gente também, ou não estivéssemos no mês de Julho – embora este se assemelhe mais a Abril – muitas crianças e adolescentes faz conta giros, raquetes e bolas pelo ar, uma temperatura de água fabulástica e vizinhos, bués de vizinhos daqueles que gostam do calor humano de verão!

Só que, não sei lá o que se passa com as praias daquela ilha e das restantes, as águas, os mares e os oceanos andam mais que agitados. Inclusivamente, as bandeiras que têm reinado naqueles paraísos têm sido amarelas ou mesmo vermelhas! No entanto, nem por isso os paizinhos deste país proíbem os mais pikenos de entrarem no mar…

Eu e a Jiminy conversámos, molhámos os pés e voltamos a conversar na toalha, na areia, quais deusas da água!! Num destes momentos em que as ninfas molhavam os pés na água quente das Seycheles, chega a família maravilha que abanca com a casa toda em cima da minha toalha e as crianças em cima da toalha da jiminy. Foi comunicado à família que o espaço estava ocupado e mesmo assim foi difícil mancarem que estavam a usurpar o território dos outros, mais um cadinho e vinham viver connosco.

Ora, desde que chegamos demos conta de dois vizinhos muuuuuuito próximos de nós. Um muito moreno e outro menos, de olho claro. Nenhum deles era um faz-conta-supé-xiro, mas – como comportamento gera comportamento – bora lá olhar melhor!

E nisto o mar resolve devolver ondas e mais ondas, ficando as babes em apuros por não terem mais espaço para recuar, caso a sétima onda afogasse tudo o que se lhe passasse á frente.

Os vizinhos mais próximos garantiram que nada se passaria e para salvaguardar as babes, escreveram num papel os seus contactos para o caso de reclamações, pois já tinham enviado um e-mail a Posídon ou Neptuno (dependendo da versão que prefiram).

Assegurando-se de que estava tudo sobre controlo, retiraram-se dos seus domínios... Quais Adamastores!!

As ninfas continuaram a resfastelar-se ao sabor do sol e a contar as ondas…

Uma…. Duas…. Três…. Quatro….. Cinco….. Seis……..


É assim, nas Seychelles!

terça-feira, 22 de julho de 2008

O mancaismo...


Existe gente que por muito que se tente possuem o que a amiga C. descreve como falta de mancaismo. Ou seja, a arte de mancar.

Depois de dois longos anos de namoro, ela resolve acabar com aquela palhaça de esperar por quem não prometeu e não ir a lado nenhum. Quando a questão do “está tudo acabado” foi colocada na mesa o homem lembrou-se que ela era a mulher da vida dele, mas já não foi a tempo. Passados dois anos o gaijo ainda lhe infernizava a vida, esperando por ela e tentando de todas as formas que ela voltasse para os seus braços.

Ao fim de dois anos foram jantar os dois e esta foi a conversa:

Ele: Não temos mesmo hipótese de voltar a estar juntos?
Ela: Não! está fora de questão.
Ele: Mas porquê? Nós somos o casal maravilha!
Ela: éramos, há dois anos que não namoramos.
Ele: Mas tu és a mulher da minha vida.
Ela: Tu deixaste de ser o homem da minha vida.
Ele: Mas eu continuo a amar-te muito.
Ela… (o que tenho de fazer, ao fim de dois anos, para que este gaijo perceba que acabou?)
Ele: Não me consigo ver a viver sem ti.
Ela:… (ok, já fui simpática, já tentei ser amiga dele, não estou a ver qual é a parte do não que ele não percebeu, vou ter de o magoar)
Ele: continuo a pensar que temos tudo para dar certo.
Ela: … (a melhor forma de magoar um homem é colocar a masculinidade dele em questão, certo? Talvez ele se manque)
Ele: Não poderíamos voltar a tentar?
Ela: Não! Olha, estou com uma pessoa há cerca de um mês e neste mês já me senti mais amada e com sexo de melhor qualidade do que alguma vez tivemos os dois no nosso namoro…. (Ahhhh agora ele vai perceber, esta vai doer!!!!)
Ele: Mas não achas que poderíamos voltar a tentar??!!

Não entendo!!!!! hà gente que não tem mesmo a arte de mancar e mancaismo não é com eles. Contudo, ter em atenção que neste caso, ele casou passado seis meses, com outra pessoa, claro. Hoje é um moçoilo feliz e Pai de dois filhos. Contudo ainda se varalha quando ela passa por ele. Mas que custou a mancar, custou!

sábado, 19 de julho de 2008

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Corre o Boato!! - II


Malta bem gira!!
Fait attention une outre fois!!!

A malta agora já nem conta as atrocidades que se lhe fazem! Nem vale a pena contribuir para a insatisfação global!!

Já sabemos que agora só tenho direito a folgar à segunda; que levo com as Hapiness deste e doutros mundos; que nem para esta profissão de "Pedinte de cartão de Utente e Motor de Torniquetes" sirvo; que não compreendo os espécimes masculinos em extinção que se querem é porque querem, se não querem é porque não assumem; & so on... & so on...

(....)

Perdoem-me mas houve aqui um interregnum, pois apareceram os coordenadores todos, de todos os lados mais a coordenadora superior e afinal já vou folgar um dos dias do weekend e regresso quase às origens, mas na versão Torniquetes-não funcionais!!!

Fora isto de me sentir uma bela bola de ping-pong com deficit cognitivo, a malta quer mesmo é sorrisos e cunbíbio!! Isso sim! :)

Quase que me esquecia do propósito deste post!!!

Ora assim, tenho o maior prazer de anunciar as festividades mais próximas!!

- Para mim começaram ontem mesmo no SHALOUBA ao som de RasFernando, belo reggae, good vibrations! Ali logo a seguir ás Comores... Ui quem ainda tenho que rever o Mapa Mundi com a Jiminy!...

- Hoje, sinto que terei de percorrer a costa de Mayotte mais a minha ginga e conversar com o mar; sendo que mais tarde estarei ao sabor do vento...

- Amanha temos um super mega evento na casa da Amiga das Comores, cujo tema é: Jantarada de Encerramento de Época dos Morangos, logo, encerramento de granizados dos ditos. No entanto, parece-me a mim, que qualquer outra fruta joga trés bien com o champagne!.... Ele pode ser abacaxi, ou manga.... ou....

- Domingo it is The Big Day!!!

Morangos com Chocolatis


quarta-feira, 16 de julho de 2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Bife na Pedra

LA?


Estando eu um dia destes a ver as noticias com uns amigos de LA, quando, de repentemente aparece nas noticias um tiroteio qualquer num bairro de London City. O casal maravilha fica incrédulo e questiona o que se passou e lá expliquei que foi uma questão de pó-bremas de etnias dentro do mesmo bairro.


O casal de LA ficou de boca aberta e lá referiu que as imagens pareciam LA nos primórdios. Respondi “Não, é mesmo um bairro do concelho de London City” aqui perto de Lisboa. Acrescentei também que foi o primeiro episódio na história portuguesa, do filme Texano que estavam a ver, para não ficarmos tão mal vistos.

Ok, isto para explicar que ontem fui a London City e quando passo pela câmara do dito concelho estava repleta do belo do cigano à porta. Parecia o Central Park em dia de sol com os americanos deitados na relva qual lagartos em dia de folga. Questionei o que faziam ali ao que me foi respondido que se estavam a manifestar porque queriam um bairro só para eles para evitar os pó-bremas com os africanos que lhes lixam a mona lá pelo bairro.

Cheguei a casa e requeri uma reunião de condomínio aqui no prédio. Hoje tivemos a reunião e cada qual levou a sua caçadeira e eu lá levei a espingarda de chumbos do meu Bro, aquela com que eu fazia pontaria aos gatos quando era catraia. Lá decidimos iniciar os tiros e a confusão pelas 10 da matina de hoje. O meu vizinho do 2º esqº pediu-me para aparar as unhas dos pés com os chumbos e lá andei a fazer tiro ao alvo ao shôr. Foi uma canseira, uma canseiraaaa!!!!

Contudo, sentimo-nos frustrados pois não tivemos a TVI nem a SIC por aqui. Acabamos os trabalhos da guerra lá pelas 11.30 e concluímos que foi um insucesso. Para a próxima combinamos ter um maior envolvimento com os Media e com as forças policiais para que o nosso objectivo surta efeito.

Agora o encontro está marcado, entre todos, a seguir ao almoço, à Porta da Câmara de London City. A exigência da minha parte não é uma vivenda, muito menos um Ap com 4 assoalhadas… a exigência será simplesmente um bairro só para mim.

Já estou de toalha da praia às costas e espera-me uma tarde de lanzeira na relva do lindo jardim em frente à Câmara de London City. Não sei, ouvi dizer que o shô presidente foi de férias, qual Putin quando acontece uma catástrofe pelo bairro dele, e a previsão é ter de passar um mês na entrada da câmara. Mas amanhã retornam os trabalhos de andar de espingarda de chumbo atrás de alguém aqui do prédio.

Como é bom viver em Portugal…

segunda-feira, 14 de julho de 2008

É gaijo?

Como todos sabem o último leitor de DVD cá em casa era gaija e das últimas vezes só funcionava quando o amigo da “je” lhe metia a mão. Era uma doida. Ora o amigo, simpaticamente referiu “ai e tal se ela avariar de novo, chama-me que eu meto-lhe a mão”. Ora, a gaija depois dele verbalizar isto avariou-se toda e completamente logo a seguir. Entendi logo o que ela queria… mimos.

Por outro lado não queria incomodar o meu amigo pois o moçoilo é daqueles com imensa falta de tempo na vida. Eh pá! Estava fora de questão ligar ao moçoilo para ele arranjar uns minutos por causa da doida da leitora de DVD’s e lá fiquei eu e a Maria sem trailers e sem pipocas uma catrefada de tempo.

Este fim-de-semana, Moi même e a Maria decidimos together que não poderíamos continuar as duas sem leitor de DVD. Primeiro porque a malta anda com saudades de pipocas, segundo anda com saudades de ver uns trailers.

Ora ficou delineado que seria a “je” que iria comprar o leitor de DVD e teria de ser gaijo. Estas coisas de ter só gaijas cá em casa tem de acabar. Fui a correr ali ao “shopim”, no intervalo das entrevistas com as moscas e vi um leitor assim faz conta mais barato que o estipulado por mim e pela Maria. Sim, ficou decidido que o gaijo teria de ser pago pelas duas.

Ok, a malta entra na loja, o shôr lá vende o peixe dele e eu só pergunto “é gaijo ou gaija?”. O shôr lá me responde “a este preço só pode ser gaijo, mas faz tudo”. Tudo, tudo não faz porque não lê DivX, mas tudo bem a malta quer ver uns trailers e mai nada.

Lá comprei o dito cujo do gaijo e venho para casa. Aventura das aventuras não foi ligar o gaijo mas perceber como funciona o apêndice do dito (o belo do controlo remoto)

Eu: Maria, não entendo nada desta gaita!
Maria: Tu e as electrónicas, dá cá!!!
Eu: Para mim o importante é que ele tenha as funções de start movie, open e stop, mesmo que não tenha os subtitles quero lá saber.
Maria: mas podemos programar as horas, certo?
Eu: Eh pá! Para as horas olho para o meu relógio!

E ela lá colocou aquilo a funcionar. Sai a correr para continuar as entrevistas e à noite quando cheguei a Maria tinha pipocas e um trailer para vermos.

Teria sido uma delicia, um primor, a loucura se não tivéssemos descoberto que o leitor de DVD é gaija. É que quando colocamos o trailer a gaija faz um barulhão, reclama e não se cala durante a primeira meia hora de trailer. Depois, lá a meio do trailer fica silenciosa e conseguimos ter paz!

Eu sabia, tinha de ser outra gaija cá em casa… não bastava eu a Maria e a hiper-activa da Bini, agora temos uma leitora de DVD’s que fala pelos cotovelos e não se cala quando estamos a ver trailers… bah!!!!!

domingo, 13 de julho de 2008

sábado, 12 de julho de 2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Dóvidas...


Podia ser um texto sobre sexo, mas não é. É apenas um texto sobre abracinhos, paixões, dóvidas e afins...

A malta ao longo da vida deparou-se com uma situação que até hoje não teve resposta. Situação, essa, que hoje vou expôr, talvez alguém me elucide e tire as dóvidas.

Por diversas vezes, ao longo da vida da “je” passaram por mim (não muitos, um ou dois) homens que estremeceram ao abraçar a moça. Ou seja, quando o abracinho era forte e bem forte, a moçoila sentia o corpo do moçoilo estremecer todo.

O que se passa com um homem quando isto acontece? A dóvida instalou-se e por diversas vezes tentei esclarece-la. Perguntei a diversas amigas minhas e as respostas foram sempre as mesmas “nunca senti um homem estremecer nos meus braços”. Ok, a malta sentiu-se idiota por ser a única a ter uma dóvida existencial que mais ninguém tinha.

Pior, só a mim me aconteceu a situação de um homem estremecer nos braços? Hummm! No mínimo estranho. A dóvida foi ficando atenuada até que me apareceu alguém que tornou a estremecer ao fim de muito tempo de ausência na minha vida, pensei “deve ser da saudade, e a pessoa estremece, está explicado!!!”.

Penso que quando encontramos alguém que nos é importante, quando digo importante implica que essa pessoa mexe connosco, assim faz conta tipo Paixão ou por aí. O nosso corpo estremece, as pernas ficam fixas a sensação é de não conseguir controlar o corpo enquanto ele estremece e Ahhhhh a bela borboleta no estômago… enquanto pensamos "gaita, espero que ele não note que me estou a derreter toda"... ;)

Ok, isto para mim e pelo que fui pesquisando ao longo dos anos com outras mulheres são sensações típicas de quando uma mulher encontra o alvo da sua Paixão. Será que nos homens é o mesmo? O estremecer para eles será que é sinónimo de Paixão? Ou pode ser meramente um caso de atracção? Medo? Whatever?

O único homem que me respondeu quando o questionei, referiu “os homens também têm emoções” Ok, Têm. Mas que tipo de emoção? Ver uma amiga de longa data que não se vê há 3 anos faz com que o seu corpo estremeça de saudade? Ou será de atracção física? Ou será de medo?

Para mim, que sou mulher quando tenho essas sensações, é óbvio, é Paixão, para os homens não sei o que será!!! Contudo o que quer que seja, acho estranho não encontrar uma mulher que tenha sentido um homem estremecer nos seus braços… Porque é bom, muito bom!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Apeteceu-me...


A malta está a reler um dos seus livros preferidos em Ingreis, “O retrato de Dorian Gray”, do meu preferido ” Oscar Wilde. Cada vez que releio este livro, dou por mim em novas abordagens ao tema, sempre compostas de uma nova visão. Estas novas visões ao tema podem estar associadas, talvez à fase da vida a que estou a passar, mas de todas as vezes, olho a história, no momento, com outros olhos de ver.

Para quem nunca o leu, a história anda em redor de um órfão rico, mimado, libertino e que prima pela beleza física. Não sente culpa, preocupações ou remorsos. Os anos passam e o moçoilo não envelhece, caminhando pela vida aparentando a pureza que possuía em criança. Contudo, existe um quadro seu, algures num salão, que o revela a envelhecer velho e feio. Ora, o moçoilo aproveita-se do facto da sua aparência jovem e sedutora para manifestações de egoísmo e discursos nada correctos para com os outros. Mais tarde o nosso amigo entra numa espiral de auto-destruição e finito.

Explicações à parte, fui buscar o nosso belo Dorian porque só vejo, hoje em dia, protagonistas na vida com a mesma postura. Pessoas “aparentemente” resolvidas do neurónio, simpáticas, sorridentes, possuidoras de um discurso ensaiado, intelectualmente com um nível superior que as coloca no campo do socialmente interessante.

Compreendo e sei que existe uma necessidade de alimentar a nossa relação com o outro, mas dou por mim a reparar, hoje em dia, em máscaras sociais que saltam abundantemente devido a um marketing pessoal que se tornou algo muito importante. Contudo, quem as usa terá de ser credível, pois sem credibilidade a coisa não resulta. Por outro lado a desconfiança, ter o pé sempre atrás, pois o mais provável é estarmos na presença de alguém possuidora de uma máscara social e a todo o momento esperar que ela caia.

Sim, as máscaras sociais podem ser mais ou menos convincentes, mas é uma questão de tempo, todas caem. Pelas máscaras, disfarçam-se convicções, elogia-se desmedidamente e desnecessariamente, manipula-se o outro. Claro que este tipo de situações pode ser consciente ou inconsciente num limiar do socialmente conveniente. Inconscientemente elas surgem quando se busca um parceiro, quando queremos ser aceites num grupo (lá pela adolescência) ou queremos agradar a um superior. Conscientemente a coisa muda de figura, por aqui o objectivo é tirar partido da coisa.

Independentemente da máscara que se usa teremos de ter em atenção o impacto que esta tem em nós e nos outros. Devemos ter em atenção que o que dizemos ao outro, para ele é verdadeiro, e se a imagem que passamos é um discurso saudável simpático e límpido, claro que é isso que o outro vê.

Contudo, este exame interno não é fácil. Nem para O Dorian Gray o foi, aquilo que vejo como leitora, ele (personagem) demorou a lá chegar, não é fácil. Nesta obra, revejo desnudada a falsidade social dissimulada que nos é dirigida diariamente, aparentemente inofensiva e que deixa marcas a todos quando as máscaras caem. São elas que complicam coisas simples e banais, tanto a nível interno como externo. Há quem lide com elas, há quem se vicie nelas, há aqueles que já nem sabem quem são de tantas máscaras que usam e há aqueles que nem dão por elas na sua vida.

E apeteceu-me falar de coisas sérias, ou estou de TPM… bah!!!!

Alegria no Trabalho!

video

P.S. Os moçoilos que me perdoem, mas é um miminho para as moçoilas ;)

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Conversas de Nível 1 no Grau de Inteligência!

Today a malta vai beber café, após o almoço, com o Best Friend, o Denzel Washington cá da PSA. Como também já referi o moçoilo é uma grande pausa e mete o Denzel dos States a um canto. A malta foi beber café together ali num “shopim” qualquer. Eis a conversa:

Best Friend: amiga, os homens estão mais bonitos?
Eu: Não!
Best Friend: Eh pá! De ano para ano fico abismado!
Eu: Eu também!
Best Friend: É sempre melhor que o ano anterior. Este ano só vejo mulheres lindas, cuidadas, produzidas, um homem até se varalha!
Eu: Pois!
Best Friend: não vês o mesmo nos homens?
Eu: Não my Dear Denzel. Fico abismada por ver tanto homem feio, mal cuidado e desleixado por metro quadrado. E ao contrário de ti, piora de ano para ano.
Ele: …

Entramos na loja e fomos comprar mais um par de tenis para a sua colecção. O meu Best Friend é uma Carrie que não aposta no Manolos mas aposta em vários tipos de ténis e adoro vê-lo assim ;)

Não sei o que se passa, mas de ano para ano só vejo homens mal cuidados, desleixados e despreocupados com o aspecto. Não se trata de ser bonito ou feio ou o catano, mas que tal cuidar um pouquinho mais de vós? Assim tipo, fiquem um pouquinho mais faz conta xiros? Hummmmmm?????

terça-feira, 8 de julho de 2008

Those little moments... III


A malta foi ao teatro … é que a malta vai ;)

Beim, ao chegar a malta pergunta ao amigo “ai e tal onde e o WC?” ao que o amigo respondeu que não sabia. Pergunta ao shôr lá do teatro que estava à entrada e o shôr explica “segue em frente e quando vir a sinalização de WC à direita, no fim do corredor, é aí”

A malta começou a caminhar pela carpete vermelha do corredor e vê a sinalização que indicava o WC à direita para umas escadinhas que desciam para o piso inferior. A malta dirige-se para as escadinhas e recebe uma chamada de um outro amigo, atende o tó-fone, começa a descer as escadas a falar ao tó, entra no WC a falar ao tó, fecha a porta desliga o tó, faz o que tem a fazer e sai.

Eis quando senão o espanto…. O WC não era o mais indicado para a “je” pois tinha uns meninos, na sua privacidade, em pé e mais dois a entrar. Os moçoilos que entraram ficaram “freezed” a olhar para a moça, a “je” fica com cara de parva a olhar para aquilo tudo, os moçoilos que estavam concentrados na sua privacidade escondiam os ditos cujos (será que estavam com medo que eu fosse espreitar?) e eu descontraidamente vou lavar as mãos sem antes referir para os moços “freezeds”

Eh Pa! Nunca se enganaram????????

Após lavar as mãos descontraidamente, num WC errado, ainda coloquei o belo do vatom na beiçola (para ficar faz conta gira) arranjei o cabelo e dei um toque no top. Uma gaija quando vai ao WC não vai só para ir a correr e voltar, certo?

Quando chegou a vez de sair, descontraidamente, da situação menos própria, a malta reparou que estava sozinha de novo. Os moçoilos tinham-se evaporado todos, sem unzinho ter tido a lata de lavar as mãos e pergunta a “je” para a “je”

Será que foi por minha causa? Não acredito que todos os moçoilos não lavem as mãos depois de agarrados ao seu mais fiel amigo… será? Só pode ter sido pela minha presença!!!!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

The Cable Guy


Miss Daisy tem um pu-brem com as ADSL’s e essas coisas das internets… Os gajos que cobram a electricidade deste país à beira-mar plantado também têm pu-bremas que não resolvem.

Ora de cada vez que faz muuuuuuito vento e chove, qual tempestade no deserto, a JE fica sem netis. Já chamei os amigos super prestativos que trocam cabos e fios, já observamos de dentro os equipamentos, já ligámos tudo e desligámos tudo – como fazem os engenheiros - e o pu-brema não se evapora.

Ao fim de várias reclamações, resolvi tifonar, mais uma vez, para os piquenos responsáveis pela avaria da coisa e mandam vir o Cable Guy.

Dia tal às tantas horas o piqueno toca à porta e grita “It’s the Cable Guy!!”. Miss Daisy abre a porta e “Uica bom, o piqueno é faz-conta-giro, cheirosinho e com ar de lavadinho”, penso.

Mas, e porque há sempre uma mas, rapidamente a sua essência, substância, substracto (pu-brema em escolher o melhor vocábulo) vem à tona e eis que o pikeno, a mastigar pastilha elástica e a falar ao mesmo tempo, lá faz as questões andando pela casa fora, como se esta fosse dele, ignorando por completamente Miss Daisy, proprietária, que andava atrás dele: efeito mimo.

Depois de percorrer a mansão de Mayotte, temos que espreitar a casa da vizinha e o pikeno entra por ali dentro, qual especialista, ignorando a vizinha e seus convidados. Peço desculpa à vizinha pela falta de chá, má educação e inconviniência de entrar pela porta dela a dentro sem mai nem ontem. E o homem não se mancou.

Só faltava o piqueno coçá-los à frente das moças. E não é que, se eu pensar bem, até é bastante provável que o tenho feito?!! E o que aparentemente parecia um piqueno faz-conta-giro, bem cheiroso e lavadinho tornou-se numa visão demoníaca, só lhe faltavam os corninhos, a cauda e o tridente.


E gostava eu de saber porque acham os homens que as mulheres estão cada vez mais exigentes!!

domingo, 6 de julho de 2008

Sunday flowers



Let me be the love that comes from the sun (deixa-me ser o amor que vem do sol)
Let me be your rainbow rising up
(deixa-me ser o teu arco-iris que se ergue)
Every single race out of space (todas as raças do espaço)
Will Shine on, shine on! (brilharemos, brilharemos)

Let me be the love that comes from the sun (deixa-me ser o amor que vem do sol)
I wanna be your love light from above (quero ser a tua luz do amor que vem lá de cima (céu))
Shine on, shine on, shine on!
(brilharemos, brilharemos, brilharemos)

Nota: A tradução foi efectuada a meu pedido... mas como toda a música pimba, depois de traduzida, fica uma bela de uma bosta... ;)

sábado, 5 de julho de 2008

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Oh Happy day!


Hapinesss é o nome de um personagem que ainda não descobri se é real, irreal ou surreal.

Hapiness apresenta-se com cerca de 165cm de altura, por 75cm de largura acentuada na parte superior – leia-se abdómen – e 65 de índice de massa corporal com especial incidência na zona habitualmente denominada de papo.

Ela fuma cigarros, ela bebe cafés e capucinos, ela fala de futebol, ela fala dos filhos, ela fala do tempo, ela bebe cafés, ela fuma cigarros, ela fala da vida de todos e com todos, ela anda de um lado para o outro durante 35 segundos e depois senta-se, abana-se e diz “Ai que calor, estou tão cansada!” ou em frente a quem quer que esteja no seu local de trabalho“ Ah, faltam 28 dias para ir de férias!!”

A Hapinness é assim: Especial.

O primeiro dia que falei com ela, acolheu-me tão carinhosamente e até se despediu de mim com “beijinhos”. Estávamos era ao telefone e eu nunca a tinha vist-li-a…

A primeira vez que olhei para ela flash and blood fui recebida com palavras afectuosas que rimam com alhos, bogalhos, orvalhadas e afins. Pensei, ora aí está um belo protótipo de mulher portuguesa que prima pela elegância, inteligência, valores e princípios dignos da delicadeza de uma Hapiness!

E agora é assim que se passam 7 horas, sem torniquetes, porque os daqui estão offline e na companhia da Hapiness, amiga do seu amigo, conversadora (até mais não), que responde pelas funções de tudo e de todos, menos pela dela.

Quem não quer uma Hapiness na sua vida?!?


Nota: Para uma melhor envolvência e compreensão do post, devem lê-lo calma e pausadamente, como quem tem uma rolha espetada…

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Bolonha ou Bolonhesa?


Beim, A malta resolveu (ao fim destes anos todos ir pedir a equivalência para o Mestrado. Ai e tal, a malta quer ser Mestre…. Infafável Meistre.

A malta dirige-se ao ponto exacto na faculdade onde tirou a licenciatura e lá fez umas questões. O moço que atendeu a malta era assim faz conta xirooooooo, mas a malta não se distrai em questões sérias e bora fazer perguntas.

Eu: Gostaria de pedir a equivalência para o mestrado dentro da mesma área.
Moço faz conta giro: Ai e tal tem de preencher 400 papeis onde pede equivalências devido a ter tirado a licenciatura antes da bolonhesa.
Eu: Vora lá preencher mas explique aqui à je se posso fazer tudo num ano?
Moço faz conta giro: só um pouco que vou perguntar…

Deixa-me sozinha a preencher a papelada e vai questionar a chefe e volta

Moço faz conta Giro: Pode desde que tenha no mínimo 45 ESCT’s
Eu: e o que são os ESCT????
Moço faz conta giro: São valores (pontos, whatever por cada cadeira). Sendo que a tese final de mestrado vale 30 ECST.
Eu: Ok, basta darem-me a equivalência a 7 disciplinas das 10 e consigo fazer isso num ano.
Moço faz conta giro: Sim.
Eu: Mas porque tenho 2 cadeiras iguais no currículo do Mestrado.
Moço faz conta giro: Vou ter de ir perguntar

Deixa-me de novo sozinha vai questionar a chefe e volta

Moço faz conta giro: são duas cadeiras obrigatórias que terá de ir buscar ao currículo das outras 4 areas.
Eu: Ahhhh à partida já tenho 40 ESCT obrigatórios, portanto ou só me pedem para fazer uma cadeira ou estou lixada e tenho de andar aqui a fazer 4 cadeiras num ano e a tese noutro!!!! Porreiro!!!
Moço faz conta giro: Pois, é isso mesmo!
Eu: Agora explique-me qual a vantagem da bolonhesa? Se antes da dita eu teria de fazer 5 anos de licenciatura (que foi o que fiz) e mais dois anos para ser infafável Meistre, hoje venho pedir uma equivalência e perco o mesmo tempo (um total de 7 anos) o que mudou?
Moço faz conta giro: Mudou porque pode fazer só 4 cadeiras em vez de 10.
Eu: E????????? não tenho de gastar um ano para fazer as 4?????? O mesmo ano que perderia para fazer as 10!!!!!!!! E se vou gastar 2 anos a fazer uma equivalência (que de equivalência não tem nada) para isso peço equivalência e faço o Mestrado numa das outras grandes 4 áreas, certo?
Moço faz conta giro: Pois é melhor falar com o big-boss da coisa

Ontem dignei-me a ir à tasca onde nos ensinam coisas e nos dão um canudo no fim, no belo do horário escrito na folhinha onde estava referido o atendimento ao aluno por parte do Big-Boss. Andei 30 minutos à procura do homem e não o achei. Não existe serviço que saibam dizer onde o homem pára e “ai e tal quem lhe deu esse horário está errado, pois o Big-Boss não tem essa função!"

BAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Odeio estas gaitas em que nos chutam como se fossemos bonecos e de bolonhesa, desculpem lá não estou a ver (muito menos equivalências), só vejo é complicações e chulanços ao pessoal….

Bolonha? Nã, bolonhesa ou no mínimo salganhada, só pode....

terça-feira, 1 de julho de 2008

Crash Intestinal?!


Esta história que a Galhunço Team resolveu relatar apresentou-se-nos num destes dias ao piscinar com o nosso amigo P. e Amiga de Hong-Kong.
Ora, o amigo P. é um jovem empresário em conjunto com o amigo W. (mais conhecido por Bro) e eis a cunbersa quando indagámos como tinha corrido a última reunião com El Presidente:


Miss Daisy:
Então como correu?

Amigo P.: Eh pa! O gajo é um mal educado!! Na penúltima reunião, Plofttt!! Deu um daqueles que desliza pela fralda da camisa!

Jiminy: Oi, heim, quem?

Amiga de Hong-Kong: (Faz caretas e sorri!)

Miss Daisy: O home descuidou-se?

Amigo P.: Ya, ficou um cheiro horrível, que falta de educação!!! Quando saí, o Bro comentou que o gajo estava podre, porque aquilo não era cheiro de rosas!!!

Jiminy: (Partiu-se toda a rir) Estou contigo, o gajo é um mal educado.

Amiga de Hong-Kong: Não pode ser!!!

Miss Daisy: Oh pa! O homi pode ter um publema increstinal? Nã?

Amigo P.: O gajo repetiu a história na segunda reunião e teve a lata de se levantar e ir abrir a janela ao que eu referi “oh chefe, deixe a janela fechada porque vem um cheiro nauseabundo lá de fora!”

Jiminy: (já não aguentava do abdominal de tanto rir)

Miss Daisy:(incrédula) Tu tiveste a lata de dizer isso ao homem?

Amiga de Hong-Kong: (Mais caretas, mais sorrisos!)

Amigo P.: Tive e voltava a dizer…

Miss Daisy: E ele?

Amigo P.: Ele teve a lata de assumir “fui eu…”

Amiga de Hong-Kong: uuhh?!?! Não pode seR!

Miss Daisy:Tiveste? Eh pa! E se o homem tem mesmo um publema?

Amigo P.: Ele que aperte as bordas que eu não tenho que levar com o cheiro!!!! Mas aperte bem apertado!!!!

Jiminy: (rebolava na relva de tanto rir e pedia para o amigo P. parar, porque ela já não aguentava!!!)

Miss Daisy: (Quase a perder a compustura em defesa d' El Presidente com possíveis publemas) Eh pa! Vocês são do pior! E depois?

Amigo P.: Eu e o Bro escangalhamo-nos a rir na cara dele e ele ficou com cara de cú.

Amiga de Hong-Kong: (Já agarrada à mega-maior-que-ela almofada do jardim!!)

Jiminy: (roxa de tanto rir)

A Jiminy ria, rebolava, achava o máximo e dizia que era lindio uma cena daquelas numa reunião de C.A.

O amigo P. achava que o gajo era um mal educado e que devia controlar os esfíncteres.
Eu achei que o homem tinha um publema grave (ok, não referiu que o tinha), mas chegamos à conclusão que este deve ter sido um dos motivos para o Crash da Bolsa lá por volta de 1929….

Stressing!!!!! Que stressing!!!

Viagens a Santos em 5/7 minutos

Este sábado a malta foi trabalhar (não para contar moscas, mas a torrar ao sol a questionar as ditas moscas). Conversas à parte, a malta sai tarde e tem um intervalo de 3 horas, que fazer neste breack? ai e tal piscinar com a Miss Daisy, amiga de Hong-Kong e o nosso amigo P. (mais conhecido por J.)

Depois de piscinar lá vai a je workar para os questionários das moscas e no final da nôte tem a visita da Miss Daisy e da amiga de Hong-Kong, ai e tal vamos Kubar.

Kubo com a malta. Saímos das docas lá pelas tantas e ao chegar ao pé do Void (ex Queens) o Shô policia diz “istopi, nã passa ninguém, a rua está cortada”. A malta simpática pergunta ao shô policia “ai e tal como fazemos?”, o Shô policia diz que a malta tem de ir dar a volta ao Cais do Sodré para ir Kubar devido à procissão que se estava a realizar naquela avenida. A malta não gostou da ideia, mas lá foi, sob protesto mas foi.

Moi meme chega ao Cais do Sodré e farta de ver BMW X5 a meterem-se à frente da moçoila tipo “à cão” sai descontraidamente, larga o carro, senta-se na parte de trás com a Miss Daisy e diz:

Eu: Biga, leva o carro!

Miss Daisy sai do carro a rir (mas aos gritos) “Tudo eu, sempre eu, é sempre a mesma coisa”, Abre a porta do carro e grita “sai cá para fora, volta para a frente” e o povão a olhar.

Eu para a amiga de Hong-Kong “se eu soubesse que ela ia fazer isto tinha ficado a conduzir”.

Miss Daisy liga os quatros piscas manda-se literalmente com o carro para cima do táxi do lado e diz para o fogareiro “deixe-me passar que tenho de levar estas duas moças ao júlio de matos” o fogareiro incrédulo respondeu “eu estou em serviço tenho uma luz acesa, não sei se reparou???” a Miss Daisy liga a luz interna do carro e diz “eu também estou de serviço, não está a ver a minha luz?????” o chinoca que era passageiro do fogareiro estava de olhos esbugalhados e nem quero pensar o que lhe ocorreu pela mente. Em 2 minutos estávamos em sentido contrário do outro lado da praça paradas no sinal.

Olhamos para a faixa contrária e vimos um moçoilo assim quase faz conta giro e dissemos as três em coro “girrrrrrrrrro” e a Miss Daisy repetiu para o moçoilo “eh pa! Giro” ele sorriu de orelha a orelha e ela disse “eh pa giro, o carro” ele continuou a sorrir e disse “tu também és gira” e ela “o meu carro é giro? Nã!!!! O teu é que é” e lá seguimos em direcção a santos após um big adeus ao moço assim quase faz conta giro.

Demoramos uma hora das docas até o cais do sodré e demoramos 5/7 minutos do cais do sodré a Santos. Quando conseguimos Kubar aquilo não teve a mesma piada. Não fomos à procissão e Kubar não foi do melhor mas a viagem a santos foi um best off.

Tomara muitos pilotos da TAP conduzirem como a Miss Daisy conduz… ;)

P.S. Odeio quando esta gaita não me deixa colocar Fotes... bahhhhh!